sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Escrevendo á presa, #3

dream, awsome, beautyful, before i die

Eu queria viver  num lugar destes, sentir a paz e ser feliz. Queria sentir a água salgada do mar e ser criança de novo. Sorriria e me ria até perder a noção do tempo e da vida. Me transformaria numa borboleta sem saudade do que era. Mudava tudo e correria em encontro de mim mesma. Pincelava memórias e cortava o sofrimento como papel... enfim, seria feliz!

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Os meus olhos são os holofotes que iluminam a tua alma.

:tumblr, body art, cool, creative, cute, eyes

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Círculo de teias de vida vivida

butterflies, crush, love, people


Tento seguir a linha clara-escura, mas o receio me impede de o fazer. Não vale de nada ter esperança, quando se tem medo; essa mistura obura e incompreensivel se transforma em receio.
Mesmo com a minha maneira singela, não me desfaço de inpata no rumo da vida, e um circulo de teias de fragmentos de lembraças, memórias, e vida vivida me vão incapacitando ainda mais.
E quando tento chegar a alguma conclusão, ou melhor: quanto tento chegar a algum tipo de sentido, tudo desaparece.
E, então, por fim uma estranha tranquilidade me penetra no estômago fragilizado como borboletas, e se torna numa ansiedade incomodativa, formando novamente um circulo de infelicidades perdidas.

sábado, 15 de setembro de 2012

Tentando escrever um poema #3

shadow, silhouette, plant, sage, light



Olho para trás de mim
e vejo a minha velha cidade ficando mais pequena.
Tudo corre mais rápido
como se a minha vida estivesse sob uma passadeira rolante

O carro não abranda
e vejo a minha cidade ficando mai velha
Tenho todos os meus amores ali
e todos eles tipo o James Dean

Visto a minha face do seu branco sepulcral
e vejo a minha cidade ficando mais longe.
A névoa vai-se espalhando no ar,
como a minha esperança, em ficar neste lugar

«Tudo muda, nada fica igual»,
sempre foi o que me diziam.
E agora eu Te pergunto
como será daqui para a frente?

Sem o James Dean
Eu não voltarei a ser a Marilyn que era.
E agora, já que não tenho mais aquela cidade  no coração
me tomarei... como uma satanica sem vida.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

- Definitivamente o céu nublado e a brisa fresca constante faz com este dia seja perfeitamente cinzento.
- Que queres dizer com isso?
- Quero dizer que, por vezes, certas coisas menos bonitas podem ser feitas de coisas perfeitas.
- ...Sabes que deves ter algum problema no cérebro, não sabes?

beach, blackandwhite, bw, by

sábado, 8 de setembro de 2012

Talvez

antitheism, atheism, goth, gothic, horror

Talvez seja mesmo assim. Talvez mesmo aqueles mais crentes não sejam completamente preenchidos com a fé; talvez também eles tenham algum de 'morto-vivo' dentro deles; algo mau, um pouco de antiteísmo, talvez.
Talvez sejam como todos os outros; sem rumo, sem felicidade,... talvez sejam as mentiras, cobardia e obrigações as únicas coisas de que são feitos; ordenados por um igual, um ditador da fé. 
Talvez, não se sabe. 
Não se sabe bem ao certo quem são eles, por detrás daqueles mantos negros e colarinhos brancos.
 Talvez as cruzes sejam algo que usem como decoração de quarto; talvez sejam o pecado e não o sabem. 
Talvez também têm pensamentos, e talvez sejam maléficos. 
Talvez também sejam pecadores como todos os outros. Talvez irão para o purgatório quando derem o último suspiro; porque - talvez - não seja apenas uma cruz de madeira benzida que lhes salve a vida. 
Talvez não se salvem apenas por terem dito que se 'entregaram' a Ele...


Perfeita para ouvi-la. Escrevi isto a ouvir esta música. Enjoy!



segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Frase #2 (Teresa de Calcutá)

black and white, drown, drowning, hands, help




A nossa missão não é julgar o que é justo ou injusto: é apenas ajudar.
(Teresa de Calcutá)

domingo, 2 de setembro de 2012

Escrevendo á pressa #2

Fazemo-lhes coisas das quais nunca seriamos capazes de fazer por mais ninguém. E vamos dando-lhes quase tudo, até lentamente não sobrar mais nada, e eles... vão aceitando e virando as costas. Quem não vale nada não são eles, somos nós que estamos cegos de estupidez e que não conseguimos ver á nossa frente o que estamos a cometer!

sábado, 1 de setembro de 2012

Escrevendo á pressa

art, beautiful, beauty, bite, boat, eyes



Eu gosto dele, muito, mas são nestes momentos, quer dizer: nestes sentimentos, onde a pessoa não se consegue encontrar, e só sabe que se perdeu na sua cabeça, porque o coração não resistiu á tal pressão, cuja eu a chamo de amor.
Não vejo o amor como uma pressão - quer dizer ele é persistente, não sai e aflige - mas ele é único, não é um mero sentimento, é tipo uma droga: o amor é o sentimento que todos querem sentir quando nunca o sentiram, e que ninguém quer voltar a sentir depois de o terem sentido.
Sim, é muito bom o amor, como toda a droga, mas no fim deixam-nos pior do que simples mortais que eramos, deixam-nos sem rumo e mais tristes e solitários do que eramos. O amor nem sempre corre bem, mas quando corre, é a melhor coisa que nos poderá acontecer enquanto tiver-mos aqui neste mundo...

Menina estúpida

UMA HISTÓRIA (CRIADA POR MIM) SOBRE UMA MENINA QUE SE ACHA BEM ESTÚPIDA...!
Sim, sou estúpida: não presto atenção ao que os outros dizem, não sinto nada se alguém morre, desejo a morte a um grupo muito limitado de pessoas, na verdade apenas um, mas desejo e ele é do meu sangue; não gosto de mim, sou teimosa, resmungona, sou orgulhosa em algumas das situações, o que faz com que eu não admita que não tenho razão, não trato os rapazes como lixo, mas vejo apenas o 'fisico', como se eles fossem apenas sexo, e não servissem para mais nada; tenho varias personalidades - consigo ser amorosa e bondosa, vingativa e muito fria -, sou católica, mas não vou á missa e quase não rezo e tenho vergonha de 'falar' de Deus. Imagino sempre coisas na minha cabeça, tipo planos de vingança. Em tempos pensava sucessivamente no meu suicido como algo fascinante, a morte das pessoas, o sexo (?) sem amor, e tudo isso. Gozo com a única pessoas que é verdadeira para mim e é incapaz de fazer algo de mal para alguém.
...tudo isto, e tenho 15 anos. Não penso estar condenada ao inferno... por agora. Sim, sou uma cretina, mas não sei o que fazer além de o admitir. Acho... que já está no meu sangue, aqueles pensamentos todos nojentos, cujos eu pensava que me perseguiam, são eu, afinal!
Sim, eu tenho15 anos e acho que já cometi todos os pecados capitais...
gula, aquele desejo insaciavel pela comida, onde no fim a deito para o caixote do lixo, sem pensar naqueles que não tem o que comer; A avareza, dinheiro meu fascinio, onde me integaria por completo por ele. Luxuria...  nem sei se sou mais virgem com tantos pensamentos de sexo, sexo e sexo e desejo. Ira? Todos os dias, não me controlo, chamo-lhes nomes e desejo-lhes a morte. Inveja, talvez seja algo que pouco senti, mas devo ter sentido, talvez apenas com alguém que fosse mais bonita do que eu, mas ciúme sim, aquele sentimento triste... Preguiça... sempre prometendo que irei ajudar, arrumar etc, mas passo a minha vida fechada num casulo, vendo tv e mais nada, quase sem amor próprio e sem nada cá dentro. Orgulho/vaidade, como ja disse tenho muito orgulho e para a mim a beleza é tudo, mesmo não acreditando que a tenha, nunca seria capaz de sair de casa onde não estivesse maquilhada, uma mascara que me esconde...
Sim, sou eu, e? Se não és como eu, se nunca cometeste os erros e deslizes, vá... atira lá a pedra, o que quizeres. Ninguém me pode censurar, apenas Ele.

- Enfim, um pouco de mim - digo, sarcasticamente.

Ah! O mais triste de tudo isto é que, depois de admitir tudo, não sinto nada, não sinto vergonha ou tristeza, muito menos 'força' para mudar. Não é vida que é uma merda, nós é que somos merda.

domingo, 26 de agosto de 2012

Estupidez Melancólica

amazing, beautiful, country, dress, fans

Quando me abraça, eu achava aquilo uma estupidez. Quando me beijava, quando me tocava com carinho, quando me dizia que me amava e que eu era a coisa mais importante do mundo. Mas eu dizia a mim mesma que tudo aquilo não passava de uma estupidez. E, melancolicamente, sabia que tudo aquilo era verdadeiro, todo o seu amor e os seus carinhos… simplesmente era ignorante. Ignorava completamente o amor e o carinho que me davam, pois temia que não merecia nada daquilo.
Talvez tudo aquilo não fosse para mim, não o merecia. Existiam com certeza pessoas melhores do que eu com menos amor. E ele deveria era dá-lo a essas pessoas. Eu era tão má, tão estupida…
E afinal nada daquilo que ele gentilmente me fazia era uma estupidez, eu é que era… uma estupidez melancólica.
Ele não era o único que gostava de mim, que simpatizava comigo, que continuava a gostar verdadeiramente de mim mesmo quando o tratava mal, mesmo depois de lhe ter chamado nomes feios e de ter gritado para parar depois de me ter abraçado, limpado as minhas lágrimas, de desenhar um sorriso na minha face, de me ter beijado e acariciado. Não, não era certamente o único que gostava de mim, e tanto como os outros, eu tratava-os mal. Fui perdendo algumas pessoas na minha vida devido a isso e dizia a mim própria que tudo aquilo não era importante, porque tinha outras pessoas, talvez mais importantes, na minha vida. Mas até essas eu fui perdendo, essas e outras, todas, quase todas. E quando não restava ninguém, senti a sua falta, a falta das palavras que me diziam, das coisas que me faziam. E sobretudo as dele, embora nunca me tivesse realmente dito algum adeus, apenas se tinha afastado, como todos os outros resolveram fazer. Porque também senti que os outros não tinham fugido realmente: estavam á espera de mim com alguma esperança de que eu melhorasse, ou seja, ainda tinham a esperança de que eu mudasse, de que não os tratasse mal, que sobretudo DEIXASSE QUE ME AMASSEM, era o mais importante. Mas fiz birra, teimei. O meu orgulho fez com que os perdesse de vez. Ficar sozinha, para mim, era talvez melhor do que perder o orgulho que tinha, e pedir-lhes desculpa, ou pelo menos por em pratica tudo aquilo que eles queriam, que na verdade era o melhor para mim. Senti-me sozinha, solitária. Sabia que tinha algo de mau em mim, que não me deixava ser simpática. Um trauma pelo que passei; um trauma pelo qual não me deixava nem deixa viver em paz, que faz com que tenha mais receio que as pessoas que magoem e gozem comigo, do que outra coisa qualquer. Fui tão gozada que pensei ser um monstro, e agora sinto que não sou ninguém, e que não posso ser amada. No fundo eu sei que eles me amam, que eles gostam de mim, e que tenho alguém que me apoie e me limpe as lágrimas. Infelizmente são essas pessoas que eu vou tratando mal, e vou dando ouvidos a todos aqueles que não gostam de mim, me querem mal, que querem que fracasse. Uma estupidez melancólica, sem dúvida. Uma burrice triste… Chama-se vida.

domingo, 19 de agosto de 2012

Para ti, soneto #3



Por vezes está escuro e eu não sei por onde me virar. O coração que bombeia o meu sangue me diz o amor, o meu cérebro que me diz meus pensamentos me diz o racional. Mas o que serás tu? Algo que me alimenta daquelas vezes em que estou só, ou algo que eu desprezo por vezes?
O que seguir quando todo o mundo está contra nós? Quando todos me dizem que é errado, e se riem de mim?
Como algo tóxico, tu afectaste completamente o meu coração, e é por causa disso que eu penso que o meu coração me diz para seguir-te e para te amar eternamente. E portanto fico confusa, quando meu coração não para de bater e de largar borboletas na minha barriga quando tu me olhas, mas a minha cabeça diz 'Não, não, não! Não podes. Toda a gente iria deitar-te abaixo dizendo que não és boa o suficiente para ele'. E se fores casado? Se tiveres família, ... filhos... o que será deles se eu te separar dos teus filhos? Mas eu amo-te tanto que acho que terei que ser injusta e não poderei pensar nos outros. Vês o que me fazes? Quando pensava que o teu amor me iria transformar numa coisa boa, não, tornou-me injusta, tornou-me numa pessoa em que apenas outra existe no seu mundo. 
Ai, mas quando estou prestes a desistir de ti e olho nos teus olhos azuis (mais lindos que eu já vi!)... meu Deus! ...tudo volta: o amor e aquele pensamento de que nunca será uma hipótese te largar. 

Beijinho, espero terem gostado. Comentem e me sigam!!
Inês

sábado, 18 de agosto de 2012

Será?

Este poema - quer dizer, espécie dele - é do meu blog (Amando a Imperfeição) cujo eu já não escrevo mais. Mas decidi postalo aqui porque até gosto bastante dele :) 
tree, landscape, sky, country
Será a chuva as nossas lágrimas que derramamos? 
Será o vento o ar que sopramos, o suspiro, do cansaço?
Será a força das ondas o resultado da batida dos nossos corações? 
Será o sol o brilho dos nossos olhos quando vemos o amor?
Será o verde das folhas a nossa esperança?
Será a noite a nossa maldade no fundo da nossa alma?
E, por fim, o que será... o amor?
Que parte da natureza representará o amor?
E pergunto: Será o humano... o amor?

Um novo dia


Amanha iremos acordar e se calhar aqueles que nos amaram hoje não irão mais estar ao nosso lado. Talvez também amanha não iremos ser as mesma pessoas que somos hoje. Não iremos tomar as mesmas decisões que tomamos hoje. E se calhar iremos errar nessas escolhas. Se calhar até nem mais amar quem pensávamos ser hoje a 'coisa' mais especial para nós. Talvez já nem iremos acordar, porque já nos fomos durante o sono. 
Mas ainda é hoje! Ainda há tempo para estar com aqueles que amamos , ainda há tempo para nos despedir-mos , fazer  as escolhas certas. Se o dia de hoje foi bom, amanhá não terá que ser diferente de hoje, nem tem que ser igual se o dia de hoje correu pior. O dia depende de nós, dos erros que cometemos e das escolhas que fazê-mos. A nossa vida depende de cada um... 
Aproveita cada dia, aproveita o 'hoje, ainda há tempo, porque amanha pode não ser a mesma coisa... 

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Quero escrever e não sei o quê!


film

Ah, como eu me enervo quando me apetece escrever, aquela sensação que nos mantem acordados de noite e não nos deixam dormir sem antes escrevermos. E enervo-me porque me apetece tanto fazê-lo e não sei o que escrever e como escrever.
Por vezes a inspiração entra dentro de nós e temos várias histórias e ideias, mas não encaixam; não ficam bem juntas; não fazem sentido.
Leio, leio e leio, mas nada. A inspiração não vem ou então vai-se sem explicação. Mas quero escrever, muito!!
E... depois daquela zanga connosco mesmos e das reviravoltas que fazemos na nossa mente, dos sarrabiscos no papel com o lápis roído, num sopro tudo volta: a inspiração, as histórias e ideias brilhantes que resultam na perfeição. E então escrevemos sem parar, como aconteceu hoje comigo...
Infelizmente não tarda muito aquela sensação estranha invadir-nos; aquela sensação que nos diz que 'escrever' não vai durar para sempre, e que num dia ou no outro nos iremos esquecer como fazer isso.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

O caderno de Maya, por Isabel Allende


Admito a razão pela qual eu adorei tanto este livro: é simples. Não tem aquelas histórias esquisitas que uma pessoa tem que se esforçar muito para imaginá-la na sua cabeça.
Mesmo sendo simples, a escrita de Isabel Allende é definitivamente única, tão única que me fez apaixonar completamente pelo seu livro. Cada personagem, tal como cada local descrito na história, são todos perfeitamente detalhados.

''A escrita de Isabel Allende é (...) criativa, divertida e convincente. As suas personagens são fascinantemente detalhadas e humanas.'' 
(People)
''Ninguém conta histórias sobre mulheres fortes de um modo tão apaixonante como Isabelle Allende.''
(Cosmopolis) 
Estes são as criticas postas no livro. E eu concordo absolutamente.



Aconselho a lerem o livro, principalmente aos jovens que se meteram em sarilhos perigosos com pessoas criminosas e com a malvada droga.
Bj

Tentando escrever um poema #2

Bem, tentando novamente escrever um poema... Definitivamente não quero dar a desculpa de que ter quinze anos e estar na adolescência é razão por não conseguir escrever um poema como antes...

Um triste olhar
me sulcou a alma hoje
Sem receio tomei-me
e persegui-o sem ter medo
e numa frieza incrédula
Sorri, o seu olhar brilhou
E tudo mudou...
Tudo ficou mais nítido
O céu transformou-se
De cinzento foi para azul
O meu sangue voltou a correr
E, de mansinho,
olhaste outra vez para mim
as coisas voltaram a mudar
outra vez e mais uma vez
O aperto que sentia
no meu coração desapareceu
como por magia
e tu mudaste-o
Olhaste para mim uma última vez
Mas com aquele olhar triste
Como o da outra vez
Mas o céu continuou igual
Tal como eu, não senti nada
Nem amor, nem o vento na cara.
(16/02/2012)

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Tentando escrever um poema....

Escrever poemas é uma coisa mesmo difícil! E eu escrevi um, não que seja um verdadeiro poema, mas ao menos já dá para treinar um pouco. Eu não vejo o poema como uma coisa que seja de 'aprender' e de 'treinar', como eu disse, mas quero habituar-me a escrever para que consiga, algum dia, escrever um verdadeiro poema... bem, por agora fica este.


Moldas o teu geito de falar
Moldas o teu próprio ser
Moldas-me a mim
da maneira que tu desejas

Moldas
o teu pensamento
e o meu também, até
teres me feito apaixonar por ti

Mastigas-me
Mastigas-me, mas não me deitas fora
Não me engoles
E eu vou ficando ali, moldada por ti

E então, farto de moldar
tudo á tua volta
fechas as pálpebras
e enterras-te no silêncio...